Sobre o FLIPA

O FLIPA nasceu em 2009, por iniciativa do corpo docente do curso de Letras da FASETE, especialmente, por intermédio das disciplinas correlacionadas com as literaturas. O propósito principal foi exatamente fomentar a discussão / fundamentação da arte literária, além de propiciar demandas: Contação de Histórias, "Performances" Artísticas, Produção Textual, Intercâmbio Cultural, entre outros.

O I FLIPA teve como tema: "Paulo Afonso à luz da literatura" e trouxe à cena dos produtores literários locais – Ednaldo Francisco da Silva Júnior, Maria Gorette Moreira, Jovelina Ramalho, Aníbal Nunes, Domingos Sávio Lopes Mascarenhas, Francisco Araújo, Edson José Barreto dos Anjos e Jotalunas, fazendo-os vivos na memória dos acadêmicos. Na oportunidade, foi montada uma praça cenográfica, para que cada um apresentasse um fragmento de suas obras.

O II FLIPA teve como tema: "Nas trilhas do sertão alagoano: uma homenagem a Graciliano Ramos" e teve início com uma Caravana Literária para as cidades de Pão de Açúcar, Penedo e Palmeira dos Índios (todas no estado de Alagoas), como forma de instigar a pesquisa e contextualizar a temática; culminando com o festival nos dias 29 e 30 de abril e 1º de maio de 2010. A programação contou com a mesa redonda composta pelos professores Socorro Almeida (FASETE), Luciana Marinho (UNIVERSO) e Sandro Melros (FASVIPA) os quais versaram sobre as obras de Graciliano Ramos, respectivamente, São Bernardo, Vidas Secas e Caetés, performances teatrais (diga-se de passagem: peças corporativas, contemplando os conteúdos estudados durante o semestre letivo de 2010.1), exposições, mini-cursos e seminários temáticos.

O III FLIPA, realizado na segunda semana de maio/2011, teve como tema "Nas trilhas do sertão ao litoral pernambucano: uma homenagem a Cida Pedrosa". Na sua programação constou a apresentação dos resultados da pesquisa de campo, por intermédio da Caravana Literária dos alunos do Curso de Letras às cidades de Olinda e de Recife – PE, com destaque ao Instituto Ricardo Brennand. O júri simulado sobre o livro "O crime de Padre Amaro" e as aulas espetáculos de Antônio Barreto e Cida Pedrosa, literalmente, roubaram a cena, principalmente, o recital desta última com seus poemas românticos e eróticos. O festival se encerrou com os seus 12 (doze) mini-cursos, atendendo às diversas áreas do conhecimento. Conforme avaliação dos seus participantes, o festival variou de ótimo a excelente.

O FLIPA ganhou as ruas e se tornou o maior encontro Literário da Bahia. Em 2012, deixou de ser apenas um evento acadêmico e se tornou oficial no calendário de Paulo Afonso e da Secretaria de Cultura do Estado, passando a ser uma manifestação cultural da comunidade.

Em 2014, várias personalidades renomadas abrilhantaram o festival a exemplo de Heloísa Helena, Janaína Amado. A sua programação se estendeu às praças com rodas de leitura, contações de histórias e performances artísticas. Natal – capital do estado do Rio Grande do Norte foi a cidade escolhida pelos caravaneiros e Câmara Cascudo foi o principal nome para o estudo da Educação Patrimonial.

VI FLIPA trouxe como tema "Da Mala do Poeta a Dorival Caymmi" e as grandes atrações foram Virgílio Agra com o lançamento do livro “Saudações Caetés”, A Poesia Nossa de Cada Dia com o recital poético com a atriz internacional Fabiana Pirro, A Mala do Poeta Coordenada por Jota Lunas com as atrações: Capitão Corisco e o Bando de Mói de Coentro de Salvador. O grupo de mulheres Chita Fina foi o principal responsável pela homenagem a Dorival Caymmi.